Ilustramos o tema com uma história: O Anel do Mestre.

Era uma vez um jovem que procurou um sábio para se aconselhar. Ele se sentia muito menosprezado e disse ao mestre que ninguém gostava dele, que as pessoas achavam que ele era lento, fraco, estúpido, meio depressivo e queria melhorar para que as pessoas gostassem dele.

O mestre olhou para ele e disse que lamentava não poder solucionar o problema dele naquele momento, porque estava precisando resolver outra coisa primeiro. Tinha dívidas e precisava de dinheiro. Tirou um anel do seu dedo mindinho e pediu ao rapaz que o vendesse por, pelo menos, uma moeda de ouro.

Então o rapaz se dirigiu ao mercado e foi oferecer o anel para quem passava. As pessoas queriam pagar pouco pelo anel, mas o rapaz, seguindo a solicitação do mestre, não iria vender por qualquer preço. Quando ele dizia que valia uma moeda de ouro as pessoas riam dele.

Ele passou quase o dia todo tentando vendê-lo, mas não conseguiu. Então voltou até o mestre e disse-lhe que lamentava, mas ninguém queria pagar em ouro pelo anel, mas moedas de cobre e prata somente.

Então o mestre respondeu, antes de qualquer coisa precisamos reconhecer o valor desse anel, para não nos enganarmos. Mandou o rapaz até a casa do ourives para que ele avaliasse o valor do anel.  O ourives avaliou e disse que o anel valia entre 54 até 70 moedas de ouro. O próprio ourives poderia revendê-lo por esse valor: 54 moedas se ele estivesse com pressa e até 70 moedas se ele não tivesse pressa. Ele voltou entusiasmado para contar ao mestre o valor do anel.

O mestre olhou e disse que o anel representava a própria situação do rapaz. Precisamos de alguém que saiba avaliar e valorizar o que nós somos, ou qualquer um pode dar um valor abaixo da realidade.

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